Programação
Mostra Aula de Cinema
MAC1 | MAC2 | MAC3 | MAC4 | MAC5 |
MAC 1
18 de outubro, 14h30 - Cine Bancários 20 de outubro, 10h - Sala P.F. Gastal 20 de outubro, 16h30 - Cine Bancários
|
Após a sessão da Sala P.F. Gastal, às 11h, Seminário com:
Lina Chamie (Júri CEN 2009):
Direção cinematográfica - a função do diretor
A transformação da palavra em imagem e como contar uma história. O seminário abordará os fundamentos da linguagem cinematográfica e a utilização dos recursos narrativos do cinema para transformar palavras escritas (o roteiro) em imagens (o filme). |
|
MAC 2
18 de outubro, 16h30 - Cine Bancários 21 de outubro, 10h - Sala P.F. Gastal 21 de outubro, 16h30 - Cine Bancários
|
Após a sessão da Sala P.F. Gastal, às 11h, Seminário com:
Cezar Migliorin (Júri CEN 2009):
Políticas da imagem e o documentário contemporâneo
O lugar do documentário é, freqüentemente, aquele de entrelaçar a comunicação e a poética, a representação e a produção de si e do outro, o roteiro e a cena. Nestas instabilidades, como é possível pensar hoje o documentário como um gesto político? A palestra se centrará em produções brasileiras contemporâneas e suas escrituras para especular sobre essa questão.
|
|
MAC 3
18 de outubro, 18h30 - Cine Bancários 22 de outubro, 10h - Sala P.F. Gastal 22 de outubro, 16h30 - Cine Bancários
|
Após a sessão da Sala P.F. Gastal, às 11h, Seminário com:
Maria Henriqueta Creidy Satt (Júri CEN 2009):
Documentário e a reinvenção do real
O seminário aborda o documentário como um lugar de fabulação e reinvenção do real. Nesse percurso, apresentará filmes que privilegiam as cinematografias experimentais: das vanguardas de 1920 e 30 aos documentários dos tempos recentes, em seus diálogos estéticos e conceituais com a videoarte e a arte contemporânea. Um apanhado que começa por “Skyscraper Symphony” (1929), de Robert Florey, e chega a “Rua de Mão Dupla” (2002), “A Alma do Osso” (2004) e “Sin Peso” (2007), de Cao Guimarães, passando por “Berlim Sinfonia de uma Metrópole” (1927), de Walter Ruttman, “Daybreak Express” (1958), de D.A.Pennebaker, “Sleep” (1963), de Andy Warhol.e “Rafael França, Obra como Testamento” (2001), de Alex Gabassi e Marco Del Fiol.
|
|
MAC 4
19 de outubro, 14h30 - Cine Bancários 23 de outubro, 10h - Sala P.F. Gastal 23 de outubro, 16h30 - Cine Bancários
|
Após a sessão da Sala P.F. Gastal, às 11h, Seminário com:
Christian Saghaard (Júri CEN 2009):
Linguagem e produção de filmes com temática infantil
A palestra vai propor uma reflexão sobre a produção brasileira de filmes de curta-metragem destinados ao público infantil. A aproximação do espectador com seu cinema precisa começar já na infância, e é fundamental investir na produção de filmes e oficinas para crianças e adolescentes. O entendimento da linguagem audiovisual é necessário para o exercício da cidadania e isso vale para todas as idades, inclusive para as crianças, pois o cinema incentiva uma postura ao mesmo tempo criativa e crítica em relação às formas de comunicação às quais elas estão expostas em diferentes telas. A criança precisa estar conectada ao mundo audiovisual ao seu redor, sabendo ao mesmo tempo entendê-lo e até se expressar através dele. A conversa incluirá a exibição de dois filmes de Saghaard dedicados a este público: “Isabel e o Cachorro Flautista” e “O Avô do Jacaré”.
|
|
MAC 5
19 de outubro, 16h30 - Cine Bancários 24 de Outubro, 10h - Sala P.F. Gastal 24 de Outubro, 16h30 - Cine Bancários
|
Após a sessão da Sala P.F. Gastal, às 11h, Seminário com:
Maria Helena Bernardes (Júri CEN 2009):
A participação da imagem em movimento na história da arte e sua presença na produção contemporânea
O filme, assim como a performance, são introduzidos como novas possibilidades no cenário da antiarte modernista logo após o final da Primeira Guerra Mundial. Expressões centrais dos espetáculos multimídia dadafuturistas, ambas as linguagens são celebradas como possibilidades de incorporação da experiência temporal às artes plásticas, tradicionalmente definidas como “artes do espaço”, e também como perspectiva de ruptura de suas categorias históricas. A conversa propõe instigar o público ao debate sobre as repercussões da incorporação da imagem em movimento no cenário da arte contemporânea, além da relação entre “filme de artista”, “filme autoral” e “cinema de entretenimento”.
|
|
|