Mostra Audiovisual em Curso - Sessão 1 | Ongoing Audiovisual Exhibition - Session 1

Mostra Audiovisual em Curso | Ongoing Audiovisual Exhibition - Session 1 
23/11 - 14h - Goethe-Institut Porto Alegre

Nov 23 - 02:00 PM - at Goethe-Institut Porto Alegre

Programa PUCRS (TECCINE)

Bacante (2016, RS, 09min), de Mariah Feijó – 16 ANOS - Uma mulher volta para a casa, embora todos saibam que o dia seguinte seja como o anterior.

Calêndula (2017, RS, 08min), de Fernanda Martinelli e Reynerio Espinoza - 16 ANOS - O fragmento do cotidiano de Karol visto de um ângulo íntimo. Repleto de metáforas nos demonstra os diversos embates da personagem e suas visões sobre si própria.

O Ser e o Nada (2018, RS, 10min), de Natália Pimentel - 16 ANOS - Simone é uma mulher solitária que não enxerga mais sentido em sua vida. Um dia ela descobre que ganhou um prêmio: a visita de uma arrumadeira. A partir dessa visita, Simone acaba se confrontando com o vazio de sua existência.

Primavera (2017, RS, 13min), de Caroline Abegg Karnas e Mariah Philippe - 16 ANOS - Uma mulher chega a um jardim distante e se depara consigo mesma através das outras que ali habitam.

 

PROGRAMA UFRGS (Instituto de Artes e Fabico)

0000-01 (2017, RS, 2min), de Lu Rabello - 16 ANOS - Diálogos para tentar lidar com a morte.

Aparências (2019, RS, 4min), de Kahena Zanardo Sartore - 16 ANOS - Um estudo em reflexos, fora e dentro da intimidade da própria casa, que quer questionar qual o nível de realidade do mundo dentro do vidro mágico.

Barracuda (2019, RS, 2min), de Nícolas Lobato e Tulia Radaelli - 16 ANOS - Filme Viagem experimental no litoral do RS

Endo (2018, RS, 2min), de Dani Amorim - 16 ANOS - No Brasil as mulheres ainda são caladas, invisibilizadas e inferiorizadas em contextos acadêmicos, profissionais e familiares, e muitas tem no corpo e na mente as marcas deixadas pelo patriarcado. O corpo da mulher é com frequência utilizado pela mídia para impulsionar o consumo por parte dos homens, seja em propagandas de cerveja, de carro ou perfume, porém ainda há enorme tabu no que se refere aos direitos da mulher sobre o próprio corpo. É preciso falar sobre o corpo, falar sobre a nudez e desenraizá-la desse lugar sobressexualizado em que a colocaram. É preciso que haja a naturalização da nudez para que o corpo da mulher passe do estatuto de algo proibido a algo natural, talvez só assim se diminua o nível de violência contra a mulher. Endo se refere ao que está dentro, nosso estado mais cru e suscetível, ao mesmo tempo em que faz uma analogia quanto à invisibilidade intelectual da mulher perante a sociedade e sua visibilidade enquanto corpo nu “a ser consumido”. Quando mostro meu corpo, estou questionando o pudor que nos leva a sermos vistas como objetos, pois se ele não existisse em primeira instância, talvez o corpo da mulher passasse de objeto intocável - e por isso sabemos que, muitas vezes, violável aos olhos e ações de alguns - à condição de corpo humano. Precisamos ser donas de nossos próprios corpos.

Farrapos (2018, RS, 4min), de Bruno Novadvorski - 16 ANOS - Desde criança, transito pela Avenida Farrapos em Porto Alegre-RS, percebendo sua movimentação em relação a uma de suas características mais marcantes que é a presença de profissionais do sexo. A videoperformance Farrapos (2018) surge como um resgate das minhas memórias alinhando-se a inquietações contemporâneas quanto à circulação do meu corpo relacionado àquele espaço onde o sexo e toda sua potência se faz presente mesmo que, às vezes, na sua forma mais sutil. Foi desenvolvida durante a residência artística vivenciada como forma de imersão no projeto de pesquisa PRÁTICAS URBANAS: POÉTICAS DE APROXIMAÇÃO, grupo OBJETO E MULTIMÍDIA com orientação da Profª Drª Teresinha Barachini.

Mostra-me teus pés (2017, RS, 10min), de Pedro Nakamura - 16 ANOS - Quando a crise política do presente faz um professor de fotografia lembrar do passado, as fronteiras entre tempo, espaço e memória começam a perder significado.

O Urso na Sala (2017, RS, 9min), de Pâmela de Oliveira Bernardo - 16 ANOS - Eduardo tem tudo para ser um rapaz normal, mas recentemente está com problemas para seguir com sua vida normalmente - estudar, sair com os amigos, ser jovem. Atividades que outrora eram tranquilas tornaram-se fardos, e a solidão é uma sombra que se esgueira, quieta e constante pelo apartamento. Porém, Eduardo nunca está completamente sozinho. Há um urso na sala.

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PUCRS (TECCINE) Program
Bacante (2016, RS, 09min), by Mariah Feijó – 16+ ADMITTED
A woman comes back home, even though everyone knows the next day is like the day before.

Calêndula (2017, RS, 08min), by Fernanda Martinelli and Reynerio Espinoza - 16+ ADMITTED
A fragment of Karol's daily life seen from an intimate angle. Full of metaphors, it shows us the character's various struggles as well as her views on herself.

O Ser e o Nada (2018, RS, 10min), by Natália Pimentel - 16+ ADMITTED
Simone is a lonely woman who does not see any meaning in her life. One day she finds out she won a prize: a maid will be coming over to her place. With his visit, Simone ends up facing the emptiness of her existence.

Primavera (2017, RS, 13min), by Caroline Abegg Karnas and Mariah Philippe - 16+ ADMITTED
A woman arrives at a distant garden and sees herself through others who live there.

UFRGS PROGRAM (Arts Institute and Fabico)

0000-01 (2017, RS, 2min), by Lu Rabello - 16+ ADMITTED
Conversations aiming at trying to deal with death.

Aparências (2019, RS, 4min), by Kahena Zanardo Sartore - 16+ ADMITTED
A study on reflexes, inside and outside the privacy of one’s own home, raising the question of what is the level of reality in the world the world within the magic glass.

Barracuda (2019, RS, 2min), by Nícolas Lobato and Tulia Radaelli - 16+ ADMITTED
An experimental road movie on the Rio Grande do Sul coast.

Endo (2018, RS, 2min), by Dani Amorim - 16+ ADMITTED
In Brazil women are still silenced, invisible and inferior in academic, professional and family contexts, and many of them bear the marks left by patriarchy in their bodies and minds. Women's bodies are frequently portrayed by the media to drive men's consumption, whether in ads promoting beer, cars or perfumes; however, there is still a huge taboo on women's rights to their own bodies. We need to talk about their bodies, about nudity and set them free from this oversexualized position they were put in. We need to naturalize nudity so that women's bodies go from something forbidden to something natural. Only in this way violence against women may be reduced.
Endo refers to what is inside, our rawest and most susceptible state, at the same time making an analogy as to the intellectual invisibility of women in society and their visibility as naked bodies "to be consumed.” When I show my body, I am questioning the shame that leads us to be seen as objects, because if it did not exist in the first place, perhaps women's bodies would go from an untouchable object - and, as we know, often subject to violations through the eyes and actions of some - to being seen as a human body. We need to own our own bodies.

Farrapos (2018, RS, 4min), by Bruno Novadvorski - 16+ ADMITTED
Since I was a child, I pass along Farrapos Avenue in Porto Alegre-RS, realizing its movements with regard to one of its most striking characteristics, which is the presence of sex workers. Video performance Farrapos (2018) aims at rescuing my memories, in alignment with contemporary concerns about the circulation of my body in connection that area where sex and all its powers are present even if sometimes they are present in their subtlest forms. This performance was produced as part of the artistic residency experienced as a form of immersion in a research project titled PRÁTICAS URBANAS: POÉTICAS DE APROXIMAÇÃO, by the OBJETO E MULTIMÍDIA group, advised by Professor Teresinha Barachini, PhD.

Mostra-me teus pés (2017, RS, 10min), by Pedro Nakamura - 16+ ADMITTED
When the current political crisis reminds a photography teacher of the past, the boundaries between time, space, and memory begin to lose their meaning.

O Urso na Sala (2017, RS, 9min), by Pâmela de Oliveira Bernardo - 16+ ADMITTED
Eduardo has everything within his grasp to be a normal boy, but he’s recently having trouble living with his normal life - studying, hanging out with friends, and being young. Activities that were once easy become burdens, and loneliness is a shadow that creeps in quietly and constantly around his apartment. However, Eduardo is never truly alone. There is a bear in the living room. 
 

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